quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Mamografia uma mentira trágica!


 Embora seu médico possa dizer que fazer uma mamografia pode reduzir seu risco de morrer em 20%,  você ficaria surpreso com a forma como essa porcentagem é calculada. Como explicado pelo Dr. Andrew Lazris e o cientista ambiental Erik Rifkin, Ph.D., por cada 1.000 mulheres que não realizam mamografias, 5 morrerão de câncer de mama. Por cada 1.000 mulheres que realizam mamografias regulares, 4 morrerão. 
 Como funcionam os mamogramas:

Uma mamografia é uma imagem de raios-X do tecido mamário, tomada na esperança de detectar o crescimento celular anormal que pode indicar câncer de mama. O raio-X na verdade não mostra um crescimento tumoral, mas sim busca alterações no tecido, o que pode ser indicativo de um tumor. Também é possível que alguns tumores avançados cresçam sem as mudanças de tecido esperadas e, portanto, não sejam detectados. 
Os dados sugerem que você tem uma chance de 50 a 60 por cento de receber um resultado falso positivo (o exame irá dar positivo pra câncer que na verdade você não tem), após 10 mamografias anuais. Infelizmente, esses resultados positivos podem levar a mais mamografias, biópsias e às vezes a tratamentos, incluindo a mastectomia parcial. 

Durante uma mamografia, seu tecido mamário é comprimido contra duas placas para reduzir a quantidade de tecido que os raios-X devem percorrer, reduzindo assim a quantidade de radiação necessária e impedindo o movimento involuntário. A máquina produz pequenas explosões de radiação ionizante que podem ser lidas em filme ou digitalmente.


Níveis óptimos de vitamina D associados à prevenção do câncer.

A pesquisa dos níveis ideais de vitamina D tem demonstrado que níveis dentro de uma faixa de 40 a 60 nanogramas por mililitro (ng / ml) proporciona uma proteção impressionante para o câncer. Eu acredito que testar seus níveis de vitamina D duas vezes por ano é um dos mais importantes critérios de prevenção do câncer disponíveis. Embora possa haver momentos em que uma mamografia pode ser justificada, existem também outras alternativas não ionizantes que podem fazer o trabalho.
O ultra-som, por exemplo, mostrou ser consideravelmente superior à mamografia, especialmente para mulheres com tecido mamário denso que estão em um risco muito maior de uma mamografia falso negativa.
Fonte: www.mercola.com

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