quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Mamografia uma mentira trágica!


 Embora seu médico possa dizer que fazer uma mamografia pode reduzir seu risco de morrer em 20%,  você ficaria surpreso com a forma como essa porcentagem é calculada. Como explicado pelo Dr. Andrew Lazris e o cientista ambiental Erik Rifkin, Ph.D., por cada 1.000 mulheres que não realizam mamografias, 5 morrerão de câncer de mama. Por cada 1.000 mulheres que realizam mamografias regulares, 4 morrerão. 
 Como funcionam os mamogramas:

Uma mamografia é uma imagem de raios-X do tecido mamário, tomada na esperança de detectar o crescimento celular anormal que pode indicar câncer de mama. O raio-X na verdade não mostra um crescimento tumoral, mas sim busca alterações no tecido, o que pode ser indicativo de um tumor. Também é possível que alguns tumores avançados cresçam sem as mudanças de tecido esperadas e, portanto, não sejam detectados. 
Os dados sugerem que você tem uma chance de 50 a 60 por cento de receber um resultado falso positivo (o exame irá dar positivo pra câncer que na verdade você não tem), após 10 mamografias anuais. Infelizmente, esses resultados positivos podem levar a mais mamografias, biópsias e às vezes a tratamentos, incluindo a mastectomia parcial. 

Durante uma mamografia, seu tecido mamário é comprimido contra duas placas para reduzir a quantidade de tecido que os raios-X devem percorrer, reduzindo assim a quantidade de radiação necessária e impedindo o movimento involuntário. A máquina produz pequenas explosões de radiação ionizante que podem ser lidas em filme ou digitalmente.


Níveis óptimos de vitamina D associados à prevenção do câncer.

A pesquisa dos níveis ideais de vitamina D tem demonstrado que níveis dentro de uma faixa de 40 a 60 nanogramas por mililitro (ng / ml) proporciona uma proteção impressionante para o câncer. Eu acredito que testar seus níveis de vitamina D duas vezes por ano é um dos mais importantes critérios de prevenção do câncer disponíveis. Embora possa haver momentos em que uma mamografia pode ser justificada, existem também outras alternativas não ionizantes que podem fazer o trabalho.
O ultra-som, por exemplo, mostrou ser consideravelmente superior à mamografia, especialmente para mulheres com tecido mamário denso que estão em um risco muito maior de uma mamografia falso negativa.
Fonte: www.mercola.com

sábado, 11 de novembro de 2017

E o assunto é VACINAS!

História em um relance sobre vacinas
Se você tem filhos pequenos, leia.

Para garantir a segurança do maior número possível de crianças, precisamos ter uma discussão racional aberta sobre a segurança das vacinas; Há 30 anos, o autismo afetou 1 em cada 10.000 crianças. Hoje, aflige até 1 em 50.
Se seu bebê tiver uma flora intestinal não ótima, as vacinas podem se tornar um problema sério para o sistema imunológico do bebê, podendo desenvolver problemas de saúde crônicos para o resto da vida.

Um estudo para avaliar as diferenças nos resultados de saúde entre as crianças  vacinadas e não vacinadas para esclarecer a controvérsia  sobre a segurança da vacina em  grande escala, nunca foi feito.
O documentário premiado, "The Greater Good", foi inicialmente lançado em 2011. Cinco anos depois, a trágica verdade sobre os efeitos tóxicos das vacinas no cérebro e na saúde do sistema imunológico que foi revelada neste filme inovador,  é tão verdadeira hoje como foi quando foi exibido pela primeira vez em festivais de cinema em todo o país.

O documentário revela como a medicina moderna, especialmente quando impulsionada pela política, a ideologia e as grandes empresas, pode tirar de você, alguns dos seus direitos humanos mais básicos, incluindo o consentimento voluntário e informado para a tomada de decisão sobre administração de drogas ou vacinas que envolvam riscos médicos.

Os resultados de tais políticas de saúde pública orientadas politicamente e financeiramente por grandes empresas, podem ser devastadores. "The Greater Good" é um filme provocativo, mas persuasivo e bem documentado, inclui opiniões divergentes, que divulgam mensagens de forma diferente sobre a vacinação na mídia convencional de hoje, tanto as que promovem políticas de vacinação obrigatória, quanto as que se opõem às políticas de vacinação forçada.

Os perfis das famílias, cujos filhos ficaram doentes ou mesmo mortos por vacinação, são dolorosos e é irritante saber sobre os acordos que o governo e a indústria adotaram para administrar vacinas como Gardasil (HPV) e como muitos médicos rejeitam que as reações da vacina sejam " uma coincidência." O filme termina com uma mensagem amarga mas esperançosa, pedindo mudanças positivas para reduzir o medo, de modo que os pais, médicos e legisladores possam trabalhar juntos para proteger a saúde de todas as crianças e prevenir lesões e mortes por vacinas.
Proteger a saúde de todas as crianças exige uma abordagem individual às vacinas
Deve haver uma discussão aberta e racional sobre vacinação, doenças infecciosas e saúde. Afinal,  todos nós queremos que nossos filhos sejam saudáveis ​​e protegidos contra danos desnecessários.

Se quisermos proteger a saúde de todas as crianças, não podemos continuar ignorando os sinais de que as políticas de saúde pública tornam obrigatório o uso de múltiplas vacinas na primeira infância, já que a nossa estratégia de prevenção de doenças do país n. ° 1 chegou ao ponto em que não temos ideia de quantas vidas de crianças estão sendo sacrificadas em nome do "bem maior".

Do meu ponto de vista, não há dúvida de que precisamos rever a segurança e eficácia do atual programa de vacinação nos EUA e que esta revisão precisa incluir estudos investigativos metodologicamente sólidos que não sejam comprometidos por conflitos de interesse na indústria e governo.  

Se não fizermos isso agora, talvez não possamos parar mais os danos à saúde das futuras gerações. Eu encorajo você a assistir o documentário, "The Greater Good", para se tornar melhor informado sobre a ciência, a política e a ética da vacinação.

O autismo cresceu rapidamente nas últimas décadas, cientistas e funcionários de saúde pública continuam a argumentar sobre quais os motivos por que isso está acontecendo, mas algo está claramente errado. Três décadas atrás, o autismo afetou 1 em cada 10.000 crianças. Hoje, estima-se que aflige até 1 em 50.

Enquanto a medicina convencional ainda afirma que não há causas conhecidas para o autismo, o Thinking Moms (site americano de proteção à saúde das crianças) está questionando sobre como em alguns casos, eles levam uma criança saudável para a vacinação e observaram seu filho se deteriorar após essa vacinação. Como afirmado por uma mãe:  "Neste país, somos doutrinados a acreditar em vacinas e acreditamos que existe uma ciência incrivelmente impecável por trás deles. [Mas] uma vez que você inicia a investigação e você percebe quão frágil é a evidência, por segurança em particular ... é quando você percebe o pouco disso se baseia em fatos ".
No site de "The Greater Good" observa:

"No início dos anos 2000, o CDC instruiu os fabricantes de vacinas a remover o conservante de mercúrio em vacinas da infância. Mas, à medida que o mercúrio estava sendo eliminado da maioria das vacinas de infância, o CDC recomendou que as mulheres grávidas e as crianças a 6 meses e novamente 7 meses recebessem a vacina contra a gripe - o que eles sabiam ainda continha mercúrio.

Além da vacina contra a gripe, o CDC começou a recomendar que as mulheres grávidas também recebessem a vacina Tdap (difteria, tétano e coqueluche atenuada). Assim, as mulheres grávidas e seus bebês ainda por nascer, estão sendo submetidos a vacinas contra a gripe com mercúrio e vacinas DTaP carregadas com alumínio.

Essas vacinas durante a gravidez contradizem décadas de aconselhamento para não tomar medicamentos, parar de fumar, parar de beber álcool e evitar mariscos carregados de mercúrio durante a gravidez, mas as pessoas estão tão condicionadas a confiar na autoridade que aceitam isso, tornando muito fácil dizer aos pais, "Desculpe, seu filho nasceu assim" ...

As autoridades de saúde do governo consideram que eles estão tentando encontrar uma causa para o autismo quando atingiram a cifra de US $ 1,6 bilhão de dólares na última década buscando uma suposta causa genética apesar de uma ampla ciência mostrando que os fatores ambientais são o culpado ".

As boas notícias
A boa notícia é que há muito mais informações disponíveis hoje sobre terapias biomédicas alternativas. Estes estão sendo usados ​​por médicos abertos que abordam a disfunção neuroimune que as crianças com autismo associado à vacina estão sofrendo. Algumas crianças diagnosticadas com "autismo" estão melhorando através de dietas especiais, regimes de suplementação e protocolos de desintoxicação adaptados às suas necessidades individuais.

Conforme observado no vídeo, há um vasto movimento "subterrâneo" de pais que estão compartilhando suas experiências e sucessos e há médicos esclarecidos que foram capazes de ajudar crianças com autismo quando a medicina convencional é baixa. O protocolo GUT e síndrome de psicologia (GAPS) é, em minha opinião, entre as estratégias de tratamento mais importantes por aí, mas também há muitos outros.

O protocolo nutricional GAPS foi criado pela Dra. Natasha Campbell-McBride, cujo filho foi diagnosticado com autismo. Ela entende que há uma conexão muito importante entre a flora intestinal danificada em mulheres grávidas e problemas de desenvolvimento em seus filhos, especialmente o autismo.

Estabelecer a flora intestinal normal nos primeiros 20 dias ou mais da vida, desempenha um papel crucial na maturação do sistema imunológico do seu bebê. É importante perceber que bebês que desenvolvem uma flora intestinal anormal comprometeram o sistema imunológico, o que os coloca em maior risco de sofrer reações de vacina.
As boas notícias
A boa notícia é que há muito mais informações disponíveis hoje sobre terapias biomédicas alternativas. Estes estão sendo usados ​​por médicos abertos que abordam a disfunção neuroimune que as crianças com autismo associado à vacina estão sofrendo. Algumas crianças diagnosticadas com "autismo" estão melhorando através de dietas especiais, regimes de suplementação e protocolos de desintoxicação adaptados às suas necessidades individuais.


Outro pequeno vídeo publicado no site do filme "The Greater Good" fala como que o médico não esteja sendo ensinado sobre os riscos de vacina na escola de medicina. Em suma, os médicos estão sendo ensinados sobre a 
administração  de vacinas, mas não sabem nada como identificar uma reação da vacina. Os médicos recomendam fortemente a administração de vacinas para crianças mas não são ensinados sobre as grandes incógnitas na ciência da segurança dessas vacinas.

"Eles não aprendem que nenhum estudo existe comparando os resultados de saúde a médio ou longo prazo das populações vacinadas com pessoas não vacinadas. Não sabem que os estudos de segurança da vacina não usam um placebo verdadeiro, mas sim usam outra vacina ou uma solução contendo mercúrio ou alumínio como um placebo!  

Eles não sabem que estudos de segurança de vacinas geralmente duram alguns dias a poucas semanas mantendo ocultos os efeitos colaterais a longo prazo. Eles não sabem que as vacinas podem sobrecarregar o sistema imunológico e causar doenças auto-imunes. Eles não aprendem que o alumínio nas vacinas é conhecido por causar comprometimento cognitivo, doença autoimune, problemas intestinais e uma série de outros danos para adultos saudáveis ​​- e quem sabe o que eles fazem para crianças pequenas.
Eles não sabem que o mercúrio em vacinas está documentado na literatura médica como uma potente neurotoxina e que ainda é usado na fabricação de algumas vacinas e também como conservante. Eles não aprendem como o corpo processa os componentes da vacina porque, bem, ninguém jamais pesquisou isso ".

À luz de tais deficiências de educação de vacinas na maioria das escolas de medicina, torna-se muito importante que os pais se eduquem - e seus pediatras, se puderem - sobre como identificar e prevenir reações de vacinas, doenças  e óbitos. E é precisamente por isso que a abertura de discussões sobre essas questões é tão importante. Existem enormes lacunas no conhecimento geral, e grandes lacunas na pesquisa, e essas lacunas realmente precisam ser abordadas.
Fonte: www.mercola.com




terça-feira, 7 de novembro de 2017






BPA e FTALATOS

Os ftalatos são um grupo de compostos químicos derivados do ácido ftálico, tal como o cloro ftalato, utilizado como aditivo para deixar o plástico mais maleável. Tal grupo de compostos é tido como cancerígeno, podendo causar danos ao fígado, rins e pulmão, além de anormalidade no sistema reprodutivo. Também provocam alterações hormonais, por suas propriedades xenoestrógenas, como o crescimento das mamas e nádegas nos homens. Dentre os ftalatos existentes, o DEHP (ftalato de di-2-etilhexila) é um dos mais difíceis de serem biodegradados. No Brasil, ainda não existem leis que regulamentem o lançamento dos ftalatos no meio ambiente, apenas restrições ao uso em algumas áreas, como brinquedos infantis[1]. Nos EUA ainda não há uma legislação de restrição ao uso de ftalatos, e a Comunidade Europeia, como medida preventiva, determinou a retirada desse componente (wikipedia).


Bisfenol A ou BPA é um difenol, utilizado na produção do policarbonato de bisfenol A, o policarbonato mais comum, e de outros plásticos.[3] A substância é proibida em países como Canadá, Dinamarca e Costa Rica, bem como em alguns Estados norte-americanos, mas no Brasil era utilizada na produção de garrafas plásticas, mamadeiras, copos para bebês e produtos de plástico variados,[4] sendo proibida apenas ao final de 2011 a fabricação de mamadeiras com o composto (com prazo até o fim de 2012 para a retirada das prateleiras e estoques)[5] Para demais fins, BPA continua sendo amplamente utilizado no Brasil e é virtualmente onipresente, até mesmo no ramo da alimentação, em recipientes (inclusive os garrafões de 20L água, ou "bombonas"), latas de alimentos e bebidas, recibos, extratos bancários, CDs, telefones, periféricos para computadores, etc.
Desde a década de 1930 que se suspeita que seja prejudicial à saúde humana (estudos sobre estrogenicidade[6][7]). É um composto quimicamente análogo ao hormônio feminino estrógeno e tendo função idêntica in vivo, interagindo de forma insalubre em ambos os sexos, mas muito especialmente em homens e sendo especialmente preocupante a exposição em crianças em período de formação (de ambos os sexos). Em 2008, após vários artigos do governo dos EUA questionarem sua segurança, alguns varejistas retiraram das prateleiras produtos com BPA. Um estudo do FDA (Food and Drug Administration) de 2010 levantou preocupações quanto à exposição de fetos, bebês e crianças pequenas.[8]   
Portanto são contaminantes ambientais que podem interferir na secreção, metabolismo, no transporte ou, ainda na ação periférica dos hormônios endógenos, por meio de sua ligação com os receptores hormonais. Essas substâncias encontradas amplamente no ambiente, como  resultado da contaminação desse, por rejeitos indústriais e pesticidas usados na lavoura, como o glifosfato.
O aumento alarmante na incidência da obesidade também chama a atenção para a influência dos EDCs (Endocrine Disrupting Chemicals). obs: Estão associados com alteração da função reprodutiva em machos e fêmeas; aumento da incidência de câncer de mama,  padrões de crescimento anormal e atrasos de desenvolvimento neurológico em crianças, bem como alterações na função imune . Supõe-se que a presença de substâncias químicas obesogênicas no meio ambiente poderiam predispor o seu desenvolvimento em adição aos fatores etimológicos.






segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Sobre o Óleo de Coco

      

       São ácidos graxos de cadeia média que ao serem absorvidos, são transportados via sistema porta diretamente do intestino para o fígado onde são transformados em energia, não são depositados nos adipócitos, sendo por isso, incapazes de promover ganho de peso, muito pelo contrário, são termogênicos, ajudando a queimar gordura, contribuem também para o aumento do metabolismo basal, dispensando a presença do acido clorídrico e bile durante sua digestão e absorção, não provoca picos de insulina no sangue durante o metabolismo.
       O Óleo de coco é rico em ácido láurico (47%) que em contato com o pH ácido do estômago, se transforma em monolaurina, poderoso antibiótico, antivirótico e antifúngico natural que não gera resistência nem efeito colateral, também age contra a ação de parasitas intestinais.
        O Óleo de coco também tem poder anti-inflamatório capaz de reduzir o LDL e aumentar o HDL sem alterar os níveis de colesterol, tem efeito antitrombótico e inibe a peroxidação lipídica, agindo como antioxidante devido sua alta concentração de vitamina E e ácido gálico.
        Modo de ingerir: puro, use o extravirgem de preferência, 15 a 30 ml por dia. Usado em frituras é o único óleo que sob ação do calor do fogo, não se transforma em Trans.
        

domingo, 18 de dezembro de 2016

HCG EMAGRECE?

A Dieta do hCG

Como essa Dieta HCG é baseada?
Não passa um dia sequer sem que surja no mercado novos gurus em saúde 
apresentando métodos “milagrosos” para o emagrecimento. E no meio de tanta 
controvérsia e ceticismo, um livro publicado no ano de 2008 por um entusiasta 
destes métodos chamou minha atenção; porém, como naquela época eu 
estava trabalhando com um acúmulo muito grande de informações científicas 
para algumas publicações, o que li até me parecia interessante, mas ainda não 
era o suficiente para me convencer.
Acontece, no entanto, que há alguns anos eu venho recebendo muitos 
questionamentos com relação a este tal método, e tenho recebido informações 
bastante positivas sobre o mesmo também; assim, resolvi me aprofundar um 
pouco mais neste assunto.
Sendo assim, vamos direto à fonte!
Antes de julgarmos qualquer técnica, precisamos ir direto até a sua fonte para 
entender um pouco mais sobre as suas experiências e intenções. Mais do que 
ler um livro recente devemos buscar a sua fonte pesquisando publicações 
anteriores. E foi o que fiz. Tratei logo de conhecer um pouco mais (ou melhor, 
muito mais) sobre o criador do programa sobre o qual vamos falar, o Dr. A. T. 
M. Simeons.
Tive a oportunidade de encontrar suas citações em quatro publicações 
veiculadas em jornais médicos bastante respeitados. São eles:
 Lancet – 1954
 Journal of the American Geriatrics Society – 1956
 American Journal of Clinical Nutrition – 1963 e 1964
Pude notar que todos os títulos mencionavam o mesmo hormônio natural, a 
gonadotrofina coriônica humana (hCG) e, três títulos especificavam o uso de 
hCG para o tratamento de obesidade, porém nenhum deles estava disponível.
Então procurei ainda mais informações sobre o Dr. Simeons, e vi que não se 
tratava de nenhum mercenário ou charlatão, mas de um médico brilhante com 
uma lista sólida de realizações.
Apesar de ter nascido na Inglaterra, Dr. Simeons estudou em uma universidade 
alemã, tendo se graduado pela Universidade de Heidelberg, no começo do 
século XX, em uma época em que as escolas alemãs eram consideradas as 
melhores do mundo. Fez pós-graduação na Alemanha e também na Suíça, 
tendo trabalho ainda em Dresden, na Alemanha.
Por seu interesse em medicina tropical, Dr. Simeons passou dois anos na 
África e depois na Índia, onde desenvolveu o uso da medicação antimalárica 
que se tornou a principal droga química no tratamento convencional. Além 
disso, desenvolveu também uma técnica que permite observar melhor o 
parasita da malária no sangue, e por este feito, ele foi agraciado com Ordem de 
Mérito pela Cruz Vermelha.
O médico criou ainda um centro modelo no tratamento da Lepra e no trabalho 
extensivo relativo à peste bubônica.
Em 1949 ele foi para o Salvador Mundi International Hospital, em Roma, onde 
mudou o foco de sua prática médica, voltando sua atenção para a 
endocrinologia e obesidade. Ele acreditava que a obesidade tinha 
componentes psicossomáticos, mas que o problema era mais físico do que 
mental.
Doutor Simeons publicou um livro no qual faz referência às suas observações 
sobre a Síndrome de Froelich, ainda do período de quando estava na Índia. 
Esse estudo se tornou a chave para o desenvolvimento do tratamento da 
obesidade com o hCG
Síndrome de Froelich e o seu obstinado ganho
de peso
Agora que já sabemos mais sobre o Dr. Simeons e suas sólidas credenciais é
hora de entender um pouco mais sobre a Síndrome de Foelich. Devido a esta 
síndrome, as pessoas que apresentavam uma obesidade extrema tinham as 
gonodas não desenvolvidas (ovários e testículos) e, como consequência, 
tinham os órgãos genitais pouco desenvolvidos.
Em seu livro, Dr. Simeons descreve que garotos muito gordos a quem foram 
dadas pequenas quantidades de injeções diárias de hCG, extraída a partir da 
urina de mulheres grávidas, os testículos não só deciam para o escroto (que é 
o lugar onde eles devem estar), como também perdiam o apetite voraz. Em 
contrapartida, os garotos que não estavam com dieta restrita, não perdiam 
peso, porém sua forma mudava claramente com a diminuição da circunferência 
dos quadris.
Isso chamou a atenção do médico de tal forma que ele criou a teoria de que as 
injeções de hCG tinham mobilizado a gordura dos quadris que se depositaram 
de forma natural, como acontece no corpo de homens que não apresentam 
problemas de sobrepeso.
Com isso, o Dr. Simeons resolveu associar as injeções de hCG a uma dieta 
restritiva, na qual o corpo conseguiria usar essas gorduras como combustíveis. 
E isso realmente funcionou, tendo como resultado uma significativa perda de 
peso pelos pacientes sem que eles precisassem passar fome mesmo estando 
em uma dieta de apenas 500 calorias por dia.
No entanto, é preciso entender que existem programas diferentes para 
objetivos diferentes.
Depois de décadas de tratamento em centenas de pacientes, o Dr. Simeons 
criou dois tipos diferentes de protocolos:
Para os que desejam perder até 7kg:
 hCG diariamente por 23 dias (exceto nos dias de menstruação);
 Após o 3º dia de tratamento com hCG começar a dieta restritiva;
 Dieta restritiva de 500 cal/dia por 26 dias (todos alimentos permitidos, 
exceto amido, açúcar e pouquíssima fruta);
 Depois desse período de 26 dias, ir aumentando gradualmente a 
alimentação por três semanas.
Para os que desejam perder mais de 7kg:
 hCG diariamente por 40 dias (exceto nos dias de menstruação);
 Após o 3º dia de tratamento com hCG começar a dieta restritiva;
 Dieta restritiva 500 cal/dia por 43 dias (todos alimentos permitidos, exceto 
amido, açúcar e pouquíssima fruta);
 Caso perca 17kg antes do final dos 40 dias de hCG, é aconselhável parar 
o tratamento;
 Depois desse período de 40 dias, ir aumentando gradualmente a 
alimentação por três semanas.
Para os que desejam perder mais de 17kg:
 É aconselhável repetir uma nova série de hCG, mas respeitando um 
intervalo de seis semanas para recomeçar o tratamento.
Deve-se também fazer por três dias antes de se começar o ciclo de CGh, uma 
dieta com muita proteína, altamente calórica, para fornecer substratos de 
suporte durante o tratamento.
No final do ciclo de hCG deve-se manter mais de três dias com dieta de 500 
calorias para garantir que qualquer vestígio de hCG tenha sido eliminado do 
corpo.
A razão para o limite máximo de tratamento ser de 40 dias é porque alguns 
pacientes desenvolvem reações alérgicas ao hCG.
Formas de administração do hCG
Apesar de no programa original ser usado o hCG na forma de injeção 
intramuscular, existe ainda a possibilidade de usar o hCG na forma oral. 
Porém, como nesse caso depende de absorção pelo trato gastrointestinal, ele é 
levado rapidamente ao fígado sendo então metabolizado e com isso perdendo 
sua ação na pele e na circulação, o que pode comprometer toda a sua ação.
Todos os hormônios, quando se procura usá-los da forma oral terá inativação 
no fígado antes de agir no organismo, portanto não recomendo usar nenhum 
hormônio na forma oral, sempre injetável, sublingual ou de aplicação na pele.
Complicações
Existem poucas complicações relacionadas ao uso do hCG, bem como 
nenhum risco sério.
Mas vale salientar, que o Dr. Simeons observou um aumento nos níveis séricos 
de ácido úrico depois do início do tratamento com hCG. Isso pode causar, em 
algumas pessoas, crise aguda de dor após alguns dias de tratamento. Mas, 
este sintoma acaba sumindo na sequência, permitindo ao paciente continuar o 
seu tratamento assintomático. Além disso, o Dr. Simeons observou também 
que os indivíduos que recuperaram o seu peso normal, ficaram livres de 
sintomas, independentemente de que com que se alimentassem.
Diante destas observações, aconselho sempre que você esteja
acompanhado por um profissional familiarizado com a técnica para que
ele possa te dar todo suporte necessário.
Benefícios adicionais
Em décadas de uso do hCG, o Dr. Simeons observou mais benefícios do que 
simplismente acertar o peso e a aparência física. A técnica ajudou a melhorar 
outros problemas de saúde relacionados com a obesidade.
Vejamos quais:
– Diabetes tipo 2 – Com duas a três semanas de uso do hCG, o Dr. Simeons 
observou uma queda dos valores elevados de glicemia de jejum para níveis 
normais. Portanto, deve-se monitorar a glicemia durante o tratamento.
– Hipertensão arterial – Normalmente há a redução da pressão arterial com o 
tratamento e que tende a se manter em níveis pressóricos melhores do que os 
iniciais pelo fato do paciente ter perdido quilos adicionais no ciclo de hCG.
– Dores reumáticas – O Dr. Simeons observou melhoras das dores 
reumáticas alguns dias após o início do tratamento. Após o termino do ciclo de 
hCG os pacientes referem que as dores às vezes retornam, mas com menos 
intensidade do que anteriormente.
– Psoríase – Os pacientes apresentavam grandes melhoras durante o 
tratamento, mas tinham recaídas quando o tratamento terminava.
– Úlcera varicosa – Nos pacientes obesos com úlcera varicosa houve rápida 
recupração da ferida quando em tratamento com hCG.
– Úlcera peptica – Nestes casos os indivíduos obesos com úlcera duodenal 
tiveram melhoras importantes. Isso mostra uma similaridade com a gravidez, 
onde raramente ocorre úlcera peptica.
– Colesterol (complicação ou benefício?) – Esta complicação na verdade é 
um benefício disfarçado.
Se a pessoa tem o colesterol normal, com o início do ciclo de hCG ele aumenta
e retorna a valores normais após o tratamento. Porém, nos indivíduos que já 
têm colesterol elevado, possivelmente haverá um aumento transitório.
Apesar de a primeira impressão ser algo negativo, o que ocorre é que nas 
avaliações de acompanhamento, esse colesterol fica em níveis muito melhores 
do que era antes do início do tratamento.
O Dr. Simeons acreditava que a elevação do colesterol total era pela liberação 
de colesterol de depósito e que não estivesse aderido na parede das artérias. 
Em outras palavras, o Dr. Simeons acreditava (apesar de não ter sido provado) 
que o tratamento com hCG poderia, ao menos parcialmente, evitar o depósito 
de colesterol que não estivesse calcificado ainda.
Estudos subsequentes sugerem que ele pode ter razão ao dizer que o fato do 
tratamento com hCG estimular o aumento de colesterol, é na verdade um 
benefício e não um risco.
A natureza da gonadotrofina corionica humana
(hCG)
O hCG nunca é encontrado no corpo humano, exceto durante a gravidez e 
raros casos em quem um resíduo de tecido de placenta continua a crescer, o 
que é conhecido como epitelioma coronico, fenômenos esse que (por questões 
óbvias) nunca é observado em homens.
Menstruação – Durante o período da menstruação as aplicações de hCG 
devem ser suspensas, mas a dieta não.
Álcool – Os pacientes que consomem bebida alcoólica normalmente durante o 
tratamento sentem-se excepcionalmente bem, porém uma porcentagem delas 
se sente intoxicado com o álcool, passando a beber pouco. Nesses casos, eles 
sentem que não precisam da bebida, possivelmente pela euforia que o 
tratamento produz.
hCG para homens – Pode ser usado sem problemas, não comprometendo a 
parte hormonal e a libido. Aliás, os homensperdem peso mais rapidamente do 
que as mulheres.
Referências bibliograficas:
 hCG – Dr. Simeons
 “The Pituitary Body,” in Organotherapy in General Practice. G W Carnrick C
New York City, 1924, pages 124-127
 American Journal of Medical Sciences 1918; November: 714 –
 J Reprod Fertil 1981; 63(1): 101-108
 Am J Clin Nutr 1976; 29: 940-948
 Am J Clin Nutr 1973; 26: 211-218

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

SUPLEMENTAÇÃO DE IODO NA GRAVIDEZ


Suas repercussões para o feto, a gestante, a lactante e o lactente.



Em 2013, as sociedades internacionais que reúnem os especialistas em moléstias tireoidianas alertaram para o fato de que é essencial para o feto receber iodo, através da transmissão desse elemento, via placentária. Isto porque, após a 16ª semana, a tiróide do feto passa a ser ativa, captando o iodo e sintetizando os hormônios da tiróide. No caso da mãe não receber suplementação de iodo durante a gestação, existiria carência relativa deste precioso iodo para a função tireoidiana fetal. 

Os fatos que levaram à conclusão da importância da suplementação de iodo durante a gravidez decorreram de dois trabalhos publicados, respectivamente, na Austrália e no Reino Unido. Na Austrália, a suplementação de iodo à população é de decisão de cada departamento da Comunidade Australiana. Os médicos analisaram, comparativamente, o que acontecia com as crianças nascidas em um determinado departamento em que não há determinação legal de acrescentar iodo ao sal. A análise das crianças, após 10 anos decorridos do parto, foi comparada a das crianças provindas de departamento em que o sal era adequadamente iodado.  Para surpresa dos investigadores, as crianças que provinham de uma gravidez em que a mãe não tinha acesso ao sal iodado apresentavam uma queda do poder cognitivo e capacidade de acumular conhecimento em comparação com crianças, cuja mãe tinha acesso ao sal iodado. 


A falta relativa de iodo, portanto, afeta a produção de hormônios pela tiróide fetal, sendo, portanto, um fator importante na maturação do sistema nervoso central durante o período gestacional e na lactação. Por outro lado, argumentou-se que, mesmo em países com suplementação obrigatória de sal iodado,  muitas grávidas são aconselhadas a diminuir a ingestão de sal. Consequentemente, existe diminuição de iodo a ser repartido entre a mãe (gestante) e o feto. 

Nasceu, portanto, entre os especialistas, a noção de  que a suplementação de iodo à gestante é extremamente necessária e usualmente realizada com medicamentos polivitamínicos que contém iodo na faixa de 100 a 200 mcg por cápsula. Essa suplementação deve continuar durante a lactação, pois a criança irá recebê-lo também durante a lactação. 

Quem pode e quem não pode usar medicamentos para a disfunção erétil?

Viagra, Levitra e Cialis foram medicamentos desenvolvidos para o tratamento de homens com disfunção erétil. A disfunção erétil é definida como a incapacidade constante de obter ou manter ereção para uma relação sexual satisfatória. Se esta definição não descreve os problemas que você está enfrentando, estes medicamentos não servem para você.

Embora tenha sido demonstrado que estas drogas são eficazes na melhora da rigidez e duração da ereção em homens com disfunção erétil, elas não foram totalmente investigadas em homens com funções eréteis normais. Eles não são medicamentos que servem para melhorar o ímpeto sexual, a capacidade de ejaculação ou de ter orgasmos. Estas drogas não são indicadas para aprimoramento sexual para homens normais. Atualmente, os medicamentos orais se tornaram a primeira opção de tratamento para homens com disfunção erétil. Tratamentos como a terapia da auto-injeção no pênis, supositórios na uretra e terapia com dispositivo de ereção a vácuo agora são considerados opções de tratamento secundárias.

No entanto, se estiver tomando remédios à base de nitrato, que são normalmente receitados para tratar de doenças coronárias ou insuficiência cardíaca, você não pode usar Viagra, Levitra ou Cialis. Pesquisas mostram que a combinação destes medicamentos causa uma redução dramática e possivelmente perigosa na pressão arterial. Por esta razão, mesmo se você usar esporadicamente medicamentos a base de nitrato e sob indicação, não deve tomar Viagra, Levitra ou Cialis sob quaisquer circunstâncias.

Outros medicamentos podem interferir na duração de ação do Viagra, Levitra e Cialis. Foi provado que a eritromicina (um antibiótico), cimetidina (Tagamet, um inibidor de acidez gástrica) e cetoconazol (um agente antifúngico) aumentam a duração do efeito do Viagra e, por isso, sua dosagem deveria ser reduzida nesses casos. (Não aumente ou diminua o medicamento por conta própria. Siga as orientações do seu médico.) Não há interação entre o Viagra, Levitra e Cialis e medicamentos antidepressivos, Coumadin (varfarina) ou aspirina.

Há alguma preocupação evidente quanto ao uso do Viagra, Levitra e Cialis em homens com problemas visuais como o glaucoma e problemas de retina. Contudo, não houve problemas visuais significativos com estes medicamentos a não ser a visão levemente embaçada ou uma alteração na percepção de cores, mas cabe lembrar que foram poucos os estudos que avaliaram a retina, e efeitos a longo prazo ainda são desconhecidos.

Recentemente, tem havido alarme sobre relatórios de cegueira em pacientes que tomavam Viagra, Levitra e Cialis. A condição relatada é chamada de neuropatia ótica isquêmica anterior não-arterítica (NAION). Já que a condição não envolve artérias da retina, não se acredita que seja induzida por estes medicamentos. Se você apresentar alterações na retina, é indicado obter a orientação de um oftalmologista antes de usar o Viagra, Levitra ou Cialis. Caso esteja sentindo perda visual após tomar quaisquer destes medicamentos, ligue para o seu médico imediatamente.

Da mesma maneira, devido às dores de cabeça associadas ao Viagra em uma pequena porcentagem dos homens, tem havido preocupação quanto ao uso do medicamento em pacientes com enxaqueca. Não há indicação de que estes medicamentos não devem ser usados nesse grupo de pacientes. Mas caso as dores de cabeça ocorram nestes homens, uma terapia alternativa deve ser buscada.

domingo, 8 de março de 2015

LDN (Low Dose Naltrexona) terapia milagrosa para quase tudo.

A LDN não é apenas uma terapia promissora para muitas doenças debilitantes, incluindo a leucemia. Ela propicia também uma compreensão mais clara sobre como o sistema imunológico funciona.

A naltrexona foi originalmente desenvolvida e adotada no final da década de 1960 ou início da década de 70. É um medicamento que foi criado como antagonista de receptor opiáceo, o que significa que essa droga bloqueia os receptores opiáceos em nosso organismo. Uma droga relacionada, a naloxona, era usada como antídoto muito eficaz para overdoses agudas de heroína ou morfina, freqüentemente revertendo os sintomas de overdose desses tóxicos literalmente em questão de minutos. Lembro-me das muitas vezes, no meus tempos de trabalho no setor de emergência, quando um paciente com toxidez opiácea recebia nalexona e revivia dentro de minutos. A naltrexona, porém, permanece no organismo por um período de tempo mais longo que a naloxona. E ela foi experimentada em pacientes, em uso de longo prazo, como protocolo de desintoxicação para viciados em heroína, nos tempos que antecederam a metadona. Porém, usada em doses de 50 mg por dia, ela não obteve sucesso no tratamento de viciados em heroína.

Ela era tão eficaz no bloqueio dos receptores opiáceos (que são iguais aos receptores endógenos para a endorfina), que os pacientes se sentiam cronicamente horríveis e se recusavam a tomar o remédio. Esse efeito levou à descoberta e elucidação do papel das endorfinas na fisiologia animal.

As endorfinas são substâncias químicas produzidas no nosso organismo (nas glândulas suprarenais e hipófise) que fazem com que a gente se sinta bem. Elas são cópias exatas dos opiáceos exógenos (originados fora do nosso organismo), como codeína, morfina, heroína, etc.

Um neurologista de Nova Iorque, o Dr. Bernard Bihari, que à época estava tratando viciados em heroína com naltrexona, começou a notar que muitos desses viciados (que também tinham Aids) possuíam níveis muito baixos de endorfinas endógenas (produzidas pelo próprio corpo). Ele imaginou que talvez essa fosse a razão primeira que os levava a usar opiáceos. Então foi descoberto, através de centenas de trabalhos de pesquisa, que esses receptores de opiáceos são encontrados por todo o corpo humano, especialmente nas células produzidas pelo nosso sistema imunológico.

Células como os linfócitos, que são células exterminadoras naturais, e outras, estão repletas de receptores de endorfina, e na verdade parecem ser controladas por essa mesma endorfina.

Parecia razoável concluir que a disfunção imunológica que é característica de doenças como Aids, câncer, doenças auto-imunes (lúpus, esclerose múltipla, doença de Crohn, etc), síndrome da fadiga crônica e, possivelmente muitas outras doenças imunologicamente relacionadas, compartilham baixos níveis de endorfina como tema unificador por trás de suas disfunções
imunológicas. Na verdade, pode-se perceber a sabedoria do corpo humano ao associar substâncias químicas que produzem sensação de bem-estar ao âmago funcional do nosso sistema imunológico. Então, sentir-se abatido ou “numa pior” não é meramente um problema psicológico, mas sim um alerta quanto ao seu estado geral de saúde. Algo precisa ser mudado, a fim de que você possa sentir-se melhor.

Através de muita experimentação, o Dr. Bihari conseguiu demonstrar que a mesma naltrexona que bloqueia os receptores de endorfina quando usada em altas doses, em doses muito mais baixas ministradas à noite bloqueia os receptores por apenas uma hora, aproximadamente. O organismo responde a esse bloqueio temporário aumentando extraordinariamente sua síntese de

endorfinas. Assim, o resultado final é níveis de endorfina aumentados geralmente quatro ou cinco vezes, uma restauração da função imune e, em muitos casos, a remissão da doença subjacente do paciente. O Dr. Bihari conseguiu demonstrar isso em inúmeros casos no decorrer de vários anos.Mas somente agora neste ano é que se pode dizer que esse efeito foi comprovado.

Em janeiro de 2007, um estudo foi publicado na revista médica American Journal of Gastroenterology, demonstrando que mais de 67 por cento dos pacientes com o mal de Crohn tiveram uma remissão total, através da LDN e nenhuma outra terapia. De forma semelhante, foi recentemente publicado um caso de câncer pancreático que tinha metastizado para o fígado do paciente, o qual se encontrava vivo e bem quatro anos mais tarde, não sendo detectado nenhum tumor no raio X. As únicas terapias usadas neste caso foram a LDN e suplementação com ácido alfa-lipóico. No site da LDN na internet você pode encontrar inúmeros casos de pacientes com câncer, pacientes com doenças auto-imune, etc, que tiveram semelhantes resultados positivos através da LDN. Vale notar que, em mais de 20 anos de uso, esse medicamento não apresentou nenhuma toxicidade ou efeitos colaterais, exceto uma leve insônia durante a primeira semana de uso. Ele é barato e fácil de encontrar. Na verdade, parece que seu único problema é não ser patenteável, o que significa pouco lucro na sua comercialização.

A naltrexona é um medicamento vendido sob prescrição médica, aprovada para uso em cápsulas de 50 miligramas, para tratamento de curto prazo em overdoses de opiáceos. Há um grande número de farmácias de manipulação que atualmente disponibiliza a naltrexona em doses de 4,5 mg, que é a dose que o Dr, Bihari concluiu ser mais eficaz para aumentar os níveis de endorfinas. A dose usual é 4,5 mg imediatamente antes de deitar-se.

domingo, 1 de março de 2015

MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS NA INTOXICAÇÃO DE LACTENTES PELA ASSOCIAÇÃO DIMETICONA E HOMATROPINA

 Objetivo: alertar que o uso da associação dimeticona/homatropina (Espasmo Luftal®) em recém-nascidos e lactentes de até dois meses, pode causar episódios disfuncionais transitórios extrapiramidais. Método: relato de 6 casos de crianças com menos de 2 meses, em uso diário da associação dimeticona/homatropina, que apresentaram sintomas agudos caracterizados por crises repetidas de curta duração com desvio tônico da cabeça para trás (opistótono), desvio do olhos para cima com olhar fixo e expressão de terror, postura mantida em hipertonia extensora dos 4 membros e emissão de choro e/ou sons guturais. Resultados: os sintomas extrapiramidais desapareceram (e não retornaram) após a suspensão da associação dimeticona/homatropina. Não foram constatadas anormalidades no exame neurológico, eletrencefalograma e provas sanguíneas. Conclusões: a associação dimeticona/homatropina pode determinar em crianças com menos de 2 meses, quadro disfuncional dos gânglios da base. É importante diferenciá-lo das crises epilépticas generalizadas, a fim de se evitar a utilização, errônea, de drogas antiepilépticas.

domingo, 1 de junho de 2014

Fibras na dieta



Aumentando a ingesta de fibras para diminuir risco cardiovascular

Contexto Clínico

         Tem sido visto nos últimos anos nos EUA e nos países europeus um declínio nas doenças cardiovasculares (DCV), em especial na doença coronariana (DAC). Mesmo assim, essas doenças chegam a ser responsáveis por 48% das mortes na Europa e 32,8% das mortes nos EUA.
         Já na década de 1970, havia se proposto que há ligação entre a presença de fibra na dieta, através do consumo de alimentos integrais, e doença coronária, o que motivou estudos que buscaram descobrir se essa relação também existia com outras doenças como hipertensão, obesidade, diabetes e hipercolesterolemia. Esta relação tem plausibilidade biológica, uma vez que as fibras afetam a absorção no delgado, atenuando picos glicêmicos pós-prandiais e aumento de lípides, além de aumentar a saciedade ao diminuir o esvaziamento gástrico, contribuindo para menor ganho de peso, e por último, sua fermentação pelas bactérias do cólon produz ácidos graxos de cadeia curta que ajudam a reduzir o colesterol circulante.
         Tendo esses benefícios biológicos em mente, o objetivo do trabalho a ser apresentado foi revisar a literatura sobre os benefícios da ingesta de fibras no que concerne a doença cardiovascular.

O Estudo

         Este é um estudo de revisão sistemática e de meta-análise. Foram incluídos estudos prospectivos que reportaram associação entre ingesta de fibras e doença coronariana ou cardiovascular, com seguimento mínimo de três anos e publicados entre 1990 e 2013.
         Um total de 22 coortes foram elegíveis. A ingesta total de fibras na dieta foi inversamente proporcional ao risco de doença cardiovascular (razão de risco de 0,91 para cada 7g/dia; IC95% 0,88-0,94) e também ao risco de doença coronariana (razão de risco de 0,91 para cada 7g/dia; IC95% 0,87-0,94). Quando analisadas individualmente, a quantidade de ingesta de fibras insolúveis e fibras de cereais e vegetais é inversamente proporcional ao risco de doença coronariana e cardiovascular, e a quantidade de ingesta de fibras de frutas é inversamente proporcional ao risco de doença cardiovascular apenas.

Aplicações para a Prática Clínica

         Esta meta-análise demostra que há uma queda de 9% para cada 7g de ingesta diária de fibras quanto ao risco de doença cardiovascular e coronariana. Um benefício bastante importante, mas que pode apenas ter como viés a possibilidade de que pessoas com rotinas de vida mais saudáveis devem comer mais fibras, ou seja, outros fatores poderiam estar associados a esta redução de risco cardiovascular. Esta possibilidade é minimizada em estudos prospectivos e com base nesta meta-análise.
         Atualmente, recomenda-se que mulheres tenham ingesta diária de 25g de fibras e homens tenham 38g. Este montante não é algo absurdo frente aos benefícios encontrados nesta meta-análise.
        Apenas como exemplos de quantidade de fibras em alimentos muito consumidos, podemos citar o seguinte, para fins de recomendação alimentar:

1 laranja: 2,6g
1 banana: 2,5g
1 maçã média (com casca): 3,5g
1 copo de suco de laranja: 1,0g
1 copo de cenouras cozidas: 4,6g
1 batata com casca cozida: 2,3g
1 copo de abobrinha cozida: 4,2g
1 maço de brócolis: 5,0g
1 fatia de pão branco integral: 0,55g
1 copo de amendoim: 11,7g

Bibliografia

Threapleton DE et al. Dietary fibre intake and risk of cardiovascular disease: Systematic review and meta-analysis. BMJ 2013 Dec 20; 347:f6879 (link para o artigo).

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

DICAS DE LONGEVIDADE

DICAS DE LONGEVIDADE  
Dr. Lair Ribeiro

Assim como uma lâmpada que estava brilhando queima num instante, você deve brilhar até o fim. Quando se perde a autonomia pela vida a vida deixa de ter graça. Então, o segredo é acrescentar vida à sua vida. A ciência que mais se desenvolve é a nutrição. Ninguém é refém da sua hereditariedade. Pré-disposições podem não se desenvolver. Exemplo: se você ingere repolho, couve-flor, nabo, couve de bruxelas, brócolis, que contém substâncias que previnem o aparecimento do câncer de mama. Tudo depende do ambiente para que o gene se manifeste ou não.Hipócrates dizia: “Deixe o seu alimento ser o seu remédio e o seu remédio ser o seu alimento”.

CARBOIDRATOS COM PROTEÍNAS FAZEM BEM?
O que é melhor? Consumir pão com mortadela ou somente pão? O melhor é consumir carboidrato com proteína porque assim o alimento levará mais tempo para se dissolver e não haverá picos de insulina. Também é importante ter em mente que: Devemos tomar café como reis, almoçar como príncipes e jantar como mendigos. Depois das 18 horas o que você come fica com você a vida toda.... (o Dr. Lair Ribeiro brincou). Uma experiência relatou que dois grupos consumiram três mil calorias diárias. O grupo que consumiu mais calorias à noite engordou, enquanto que o grupo que consumiu a maior parte das calorias pela manhã emagreceu.
Quando você dorme com a barriga cheia VOCÊ envelhece mais rapidamente. Isso acontece porque a glicose bloqueia o hormônio do crescimento, que é o mesmo hormônio que mantém a juventude. Então, você terá mais facilidade para engordar e mais rápido será seu envelhecimento.

BANHA DE PORCO OU ÓLEO DE CANOLA?
Antigamente as pessoas cozinhavam com banha de porco, que é muito mais saudável do que o óleo vegetal comprado no supermercado. Mil vezes a banha de porco usada por nossa avó do que o óleo de canola. Muitos adoecem devido ao consumo desse óleo. A pessoa que consome esse óleo pensando que ele é bom porque é mais caro, durante dez a quinze anos, pode apresentar lesão cardíaca.

LUZ OU TOTAL ESCURIDÃO NA HORA DE DORMIR?
Dormir no escuro faz muito bem. O ser humano foi feito para dormir no escuro absoluto. Se a pessoa dorme com alguma luzinha acessa, a melatonina, hormônio da juventude, que evita o câncer e é anti-oxidante e regula seu sono, fica bloqueada. Nenhuma luz deve estar acessa no quarto, nem mesmo a do DVD. Não se deve deixar nenhuma luz acessa, nem para ir ao banheiro. Quando a criança dorme no escuro, o seu sistema imunológico melhora. Dormindo no escuro, a tendência é emagrecer. Quando dormimos com a luz acessa, o cérebro interpreta como se o dia estivesse nascendo, provocando envelhecimento precoce e aumento de peso.
Em 1890, nos Estados Unidos, APENAS três por cento da população era gorda. Hoje, 66% da população têm excesso de peso. Em 1890 todos dormiam no escuro. Antes os homens obedeciam os sinais da natureza.

EXERCÍCIOS FÍSICOS
A Organização Mundial da Saúde diz que as pessoas devem dar, no mínimo, dez mil passos por dia. Existe um aparelho que custa 35 reais “pedômetro”. Esse aparelho é colocado na cintura quando a pessoa acorda. No final do dia, pode-se ver quantos passos foram dados. Menos que dez mil passos indicam sedentarismo. O organismo precisa gastar energia, estimulando as células e os músculos.


QUANTO VAMOS VIVER?
Para saber quanto uma pessoa vai viver, segundo LAIR RIBEIRO, ela deve medir sua insulina em jejum verificando se está próximo de 90. A boa notícia é que não importa a idade em que uma pessoa começa a se tratar. Quem cura o corpo não é o médico mas o próprio corpo. E nunca é tarde. Um médico dos EUA, aos 67 anos de idade, fez 44 exames para fazer uma experiência com seu próprio corpo. Ele começou a se cuidar, de verdade, aos 67 anos e aos 80 refez todos os 44 exames que havia feito aos 67 anos. Ele estava mais jovem aos 80 anos.

REFRIGERANTES = VENENO
Refrigerantes equivalem à cerveja. Uma lata de cerveja provoca uma lesão de 92% no corpo. Uma lata de refrigerante provoca 90% de lesão no corpo. Refrigerantes devem ser abolidos da nossa vida para sempre. Os refrigerantes sem calorias são ainda mais venenosos.

MULHERES
As mulheres demoram mais para envelhecer se comparadas aos homens. Uma mulher com 60 anos preserva a força física, de quando tinha 20 anos, em 90 a 95%.Já os homens preservam apenas de 60 a 65% da força física que tinham nessa idade. As mulheres vivem de 8 a 9 anos mais do que os homens. As mulheres enxergam e ouvem mais que os homens. Dez por cento dos homens são dautônicos. Os homens não conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo. As mulheres têm mais conexões com partes do cérebro e maior capacidade de comunicação.

OVO – SEGUNDO MELHOR ALIMENTO
O alimento mais perfeito do mundo é o leite materno. O segundo alimento mais perfeito do mundo é o ovo. Tudo o que a vida precisa está no ovo. Há 13 anos o Dr. Lair Ribeiro come de cinco a seis ovos por dia. Toda a manhã, ele consome três ovos cozidos. Segundo ele, nunca houve uma pesquisa científica que provasse que o ovo aumenta o colesterol ruim. O que aumenta o colesterol ruim é a forma de preparação do ovo. A luteína (parte amarela do ovo) é excelente para manter a visão. Ele não usa óculos e tem 65 anos.

AZEITE DE OLIVA
O azeite de oliva é outro excelente aliado para que se tenha uma boa saúde. Ele tem que ter quatro importantes características:
PRENSADO A FRIO
EXTRA VIRGEM
VIDRO ESCURO (o vidro claro expõe o azeite à luz, oxidando-o)
E NUNCA VIR EM LATA (a lata libera metal pesado)
Deve-se tomar entre duas a três colheres de azeite por dia para viver mais e melhor.

VINHO
Outro aliado importante, usado na dieta mediterrânea, é o vinho. O vinho contém RESVERATROL. O resveratrol é uma substância que estimula os genes da longevidade. Quando ativados, a pessoa vive mais tempo.

CEBOLA
A secretina, presente na cebola, também estimula esse gene.

CHÁ VERDE
Importantíssimo para ter uma vida mais longa e a saudável. Quem faz uso do chá verde dificilmente vai ter câncer.

SOL
Outra dica, o SOL. O sol é um grande aliado da vida saudável. Ele nos dá a vitamina D3 que previne a osteosporose. Nossos antepassados tomavam sol e tinham mais saúde. Devemos tomar sol todos os dias, não exageradamente, é claro. Quando não havia antibióticos as pessoas se curavam da tuberculose, da sífilis, da psoríase com sol.

Dr.Lair termina a sua palestra afirmando:

EVITE O MAL, FAÇA O BEM, VIVA SUA VIDA EXTRAORDINARIAMENTE.

Se quiser, assista o vídeo completo:

http://www.youtube.com/watch_popup?v=YIsnqUpLpx4

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